História

O Sintsef/RN foi fundado em 27 de dezembro de 1990, durante congresso realizado pela Intersindical dos Servidores Federais do Rio Grande do Norte. Aprovado na reunião de fundação, a primeira versão do Estatuto esclarecia que cabia à entidade representar os servidores públicos federais, ativos e inativos do poder Executivo, tendo como objetivos defender os direitos e encaminhar as reivindicações da categoria, representando os interesses gerais e individuais de seus filiados.
 
Na ocasião, foi também eleita uma diretoria que exerceria uma gestão de caráter provisório, presidida pelo servidor Tomaz Tony Dantas. A diretoria efetiva veio a tomar posse em 27 de setembro de 1991, tendo como presidente Jonas Francisco de Sena, servidor do Ministério da Agricultura. 
 
Desde sua fundação, o Sintsef/RN teve os seguintes servidores como presidentes: Jonas Francisco de Sena (1991 a 1993), Eugenio Oliveira de almeida (1993 a 1995), Maria Goreti dos Santos (1995 a 1997), Hélio Gomes (1997 a 2000). Passaram a assumir a Secretaria Geral da entidade Natália Friderichs (2000 a 2002), Paulo Xavier de Paiva Junior (2002 a 2004), Lucio Pereira da Silva (2004 a 2007), Maria Gizelia da Rocha Fonseca (2007 a 2010 / 2011 a 2013). 
 
O Sintsef/RN foi filiado à CUT até 2006, quando a categoria decidiu romper por avaliar que a central sindical estava a serviço do governo. Atualmente filiado à CSP-Conlutas, o Sintsef/RN sempre se pautou pela atuação politica junto a sua categoria representada, e nas relações com as organizações que mantém vínculo de filiação. Atualmente, o sindicato possui uma base de cerca de 4.000 servidores federais do Rio Grande do Norte. 
 
Cabe ao sindicato organizar, representar, defender politicamente, sindical e judicialmente os trabalhadores do serviço público federal (estatutário e empregado público), ativos, aposentados e pensionistas do Poder Executivo, lutando por condições dignas de trabalho e justa remuneração da categoria. 
 
Dentre os órgãos dos quais o Sintsef/RN possui filiados, destacam-se o Ministério da Saúde, Funasa, Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCs), Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), IBAMA, Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), Advocacia Geral da União (AGU), Secretaria do Patrimônio da União (SPU), Ministério dos Transportes, Ministério da Fazenda, Ministério das Telecomunicações, Polícia Rodoviária Federal (DPRF), Exército, Marinha, Aeronáutica, dentre outros.
 
Atuante em todo o Rio Grande do Norte, o sindicato possui filiados em Natal, Apodi, Angicos, Assú, Acari, Ceará-Mirim, Currais Novos, Caicó, Cruzeta, Extremoz, João Câmara, Jucurutu, Macaíba, Mossoró, Macau, Nisia Floresta, Pau dos Ferros, Parnamirim, Santa Cruz, São Gonçalo do Amarante, São José do Mipibu, São Paulo do Potengi, Touros, Tangará, dentre outras localidades. 
 
O QUE É A CSP-CONLUTAS?
 
A CSP Conlutas – Central Sindical e Popular – foi fundada no Congresso Nacional da Classe Trabalhadora (CONCLAT) ocorrido na cidade de Santos, São Paulo, nos dias 5 e 6 de junho de 2010. Da Coordenação Nacional de Lutas – CONLUTAS, que se organizava desde 2004, veio a maior parte da base sindical da nova entidade. A Conlutas surgiu a partir da unidade de vários setores do movimento sindical na luta contra as reformas neoliberais aplicadas pelo governo Lula, e iniciou uma primeira experiência de incorporação dos movimentos populares numa mesma entidade.
 
Já o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), MUST (Movimento Urbano dos Sem Teto) e outras organizações do movimento popular urbano, trouxeram a experiência das lutas e mobilizações dos trabalhadores nos acampamentos, assentamentos e ocupações urbanas. E, ainda, o MTL (Movimento Terra, Trabalho e Liberdade) veio compor a CSP-Conlutas já tendo também a experiência de atuação nos movimentos sindicais e populares, do campo e da cidade.
 
A Central nasceu ainda agregando as organizações da juventude e de luta contra a opressão que se dispuseram a se unificar sob a bandeira de um programa comum, de defesa dos interesses da classe trabalhadora, contra a exploração e a opressão capitalistas. Da nova entidade fazem parte a Anel (Assembleia Nacional de Estudantes Livre), o Movimento Mulheres em Luta, o Movimento Quilombo Raça e Classe, dentre outros.
 
A CSP-Conlutas pauta a sua atuação pela defesa das reivindicações imediatas e interesses históricos da classe trabalhadora, tendo como meta o fim de toda forma de exploração e opressão. Nossa luta tem a perspectiva de alcançar as condições e construir uma sociedade socialista, governada pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras.
 
Por isso, nossa entidade defende a autonomia e independência frente ao Estado, governos e partidos políticos, a construção da unidade como valor estratégico na luta dos trabalhadores e trabalhadoras, a ação direta, a mobilização coletiva de nossa classe como forma privilegiada de luta.